Na noite da última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) encerrou sua penúltima reunião de 2023, onde confirmou mais uma redução de 0,50% na taxa básica de juros, conhecida como Selic, que agora se situa em 12,25% ao ano.
O anúncio não trouxe surpresas ao mercado, que já antecipava a continuidade do ritmo de diminuição da Selic. Conforme indicado no Boletim Focus divulgado pelo Banco Central na segunda-feira anterior, a expectativa é que a taxa Selic encerre o ano em 11,75%.
A Selic desempenha um papel crucial na economia brasileira, pois influencia diretamente a taxa de juros em diversos setores. Quando a Selic é reduzida, tende a haver um estímulo ao consumo, ao investimento e ao crédito, o que pode impulsionar o crescimento econômico. Por outro lado, uma Selic muito baixa pode acarretar em riscos inflacionários, exigindo um equilíbrio delicado na sua gestão. Portanto, o acompanhamento da taxa Selic é essencial para avaliar o direcionamento da economia e das políticas monetárias.
Balanço 2025 do mercado imobiliário de Cuiabá (base ITBI): recorde de R$ 5,703 bi e 13.597 vendas, ticket médio menor, salto do “novo”, financiamento em alta e ranking por região.
Copom mantém a Selic em 15% em 28/01/2026, decisão unânime e já esperada. Entenda por que o BC segurou os juros, o que precisa acontecer para cortar em março e o impacto no crédito, consumo e financiamentos.